{"ok":true,"service":"wmm","version":"0.2.1","name":"WMM — Agentic Office & Multimodal Studio","studioUi":"https://wmm.myselfgus.dev/","mcp":"https://wmm.myselfgus.dev/mcp","rpcEntrypoints":["WmmRPC","WmmEntrypoint"],"health":"https://wmm.myselfgus.dev/api/health","tools":["list_voices_and_models","rewrite_for_tts","generate_speech","generate_image","generate_video","generate_presentation","create_mermaid_diagram","create_document","create_data_table","generate_ui_surface","workspace_state","memory_remember","memory_recall","list_media_assets"],"recentAssets":[{"id":"audio-1792485721405-ef4a4914","kind":"audio","title":"DevAgent","key":"wmm-media/audios/audio-1792485721405-ef4a4914.wav","mimeType":"audio/wav","sizeBytes":5224678,"workspaceId":"default","version":1,"durationSeconds":108.8,"model":"gemini-3.8-flash-tts","voiceName":"Charon","createdAt":"2026-10-20T08:42:01.405Z","mediaUrl":"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792485721405-ef4a4914.wav","playerUrl":"https://wmm.myselfgus.dev/player/audio-1792485721405-ef4a4914","quicktimeCommand":"curl -sL \"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792485721405-ef4a4914.wav\" -o \"/tmp/audio-1792485721405-ef4a4914.wav\" && osascript -e 'tell application \"QuickTime Player\" to activate' -e 'tell application \"QuickTime Player\" to play (open POSIX file \"/tmp/audio-1792485721405-ef4a4914.wav\")'","afplayCommand":"curl -sL \"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792485721405-ef4a4914.wav\" -o \"/tmp/audio-1792485721405-ef4a4914.wav\" && afplay \"/tmp/audio-1792485721405-ef4a4914.wav\"","extra":{"languageCode":"pt-BR","spokenScript":"Visão geral do projeto Sequential Thinking versão dois, <short pause> o MCP remoto de raciocínio estruturado. <long pause>\n\nSobre as execuções recentes, <short pause> não temos nenhum run ativo ou pendente no momento. A branch main segue estável no commit a-f-b-e-a-1-5. <breath>\n\nNo status de deploy, o worker já está implantado e ativo com a versão c-4-7-e, recebendo cem por cento do tráfego. O deployment pelo Wrangler está ativo desde vinte e três de setembro de dois mil e vinte e seis. <long pause>\n\nQuanto à estrutura e arquitetura: <short pause>\nTemos uma camada MCP otimizada, com implementação personalizada e livre de dependências pesadas como o pacote do servidor MCP ou a biblioteca Zod. Isso reduziu o bundle de setecentos e oito kilobytes para cerca de trinta vírgula seis kilobytes, <short pause> mantendo total compatibilidade com o contrato do protocolo. <breath>\n\nO gerenciamento de estado utiliza Durable Objects com controle explícito de sessões por Session I D em formato U-U-I-D. <short pause>\n\nNa semântica da versão dois ponto zero ponto um, o comando de fechar branch rejeitada preserva pensamentos do tipo teste e evidência, garantindo que fatos empíricos independentes continuem válidos para outros ramos. <breath> Além disso, os avisos estruturais agora são determinísticos, sem métricas subjetivas, e as operações de podagem e compactação alteram a visualização do estado sem contaminar o contexto do modelo. <long pause>\n\nEntre os arquivos principais, temos na pasta source os arquivos index, mcp, protocol, schema, session e env. <short pause> A suíte de testes conta com index ponto spec, protocol ponto s-h e smoke ponto m-j-s. Na raiz, temos as configurações do Wrangler e do TypeScript. <long pause>\n\nAgora, me diga: <short pause> o que você gostaria de fazer neste projeto? <breath> Podemos criar um novo run para melhorias, rodar a suíte de testes, inspecionar um módulo específico ou delegar para um especialista."}},{"id":"audio-1792478746375-d29ebc83","kind":"audio","title":"Como funcionam WDW e DWD","key":"wmm-media/audios/audio-1792478746375-d29ebc83.wav","mimeType":"audio/wav","sizeBytes":3880678,"workspaceId":"default","version":1,"durationSeconds":80.8,"model":"gemini-3.8-flash-tts","voiceName":"Charon","createdAt":"2026-10-20T06:45:46.375Z","mediaUrl":"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792478746375-d29ebc83.wav","playerUrl":"https://wmm.myselfgus.dev/player/audio-1792478746375-d29ebc83","quicktimeCommand":"curl -sL \"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792478746375-d29ebc83.wav\" -o \"/tmp/audio-1792478746375-d29ebc83.wav\" && osascript -e 'tell application \"QuickTime Player\" to activate' -e 'tell application \"QuickTime Player\" to play (open POSIX file \"/tmp/audio-1792478746375-d29ebc83.wav\")'","afplayCommand":"curl -sL \"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792478746375-d29ebc83.wav\" -o \"/tmp/audio-1792478746375-d29ebc83.wav\" && afplay \"/tmp/audio-1792478746375-d29ebc83.wav\"","extra":{"languageCode":"pt-BR","spokenScript":"WDW e DWD têm papéis diferentes. <short pause>\n\nO WDW é a infraestrutura central de desenvolvimento. <breath> Ele mantém os projetos e códigos no R dois e no Artifacts... cria runs isolados equivalentes a branches... oferece um computador Linux para cada projeto... executa comandos, builds e testes... coordena agentes e subagentes... guarda decisões na memória... e realiza merge, release e deploy dos Workers. <long pause>\n\nJá o DWD é o cliente operacional do WDW. <short pause> Ele não mantém uma cópia própria do estado dos projetos. Em vez disso, chama o WDW por um service binding e oferece ferramentas diretas para criar runs, conversar com o agente do projeto, delegar tarefas a subagentes, examinar alterações, executar comandos, consultar a memória e publicar o resultado. <long pause>\n\nO fluxo normal funciona assim: <breath> primeiro, identifico o projeto e consulto seu estado. Depois, crio um run isolado e envio o trabalho ao agente. <short pause> Se necessário, aciono especialistas como builder, reviewer, tester, researcher ou optimizer. Em seguida, examino o diff e, mediante aprovação, integro o run e publico o Worker. <long pause>\n\nEm resumo: o DWD é o painel de controle, <short pause> enquanto o WDW é o motor que mantém e desenvolve os projetos."}},{"id":"audio-1792455434039-1705a253","kind":"audio","title":"Competência técnica, cognitiva e afetiva do Dr. Gustavo — Caso Marcelo","key":"wmm-media/audios/audio-1792455434039-1705a253.wav","mimeType":"audio/wav","sizeBytes":25985638,"workspaceId":"default","version":1,"durationSeconds":541.4,"model":"gemini-3.8-flash-tts","voiceName":"Charon","createdAt":"2026-10-20T00:17:14.039Z","mediaUrl":"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792455434039-1705a253.wav","playerUrl":"https://wmm.myselfgus.dev/player/audio-1792455434039-1705a253","quicktimeCommand":"curl -sL \"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792455434039-1705a253.wav\" -o \"/tmp/audio-1792455434039-1705a253.wav\" && osascript -e 'tell application \"QuickTime Player\" to activate' -e 'tell application \"QuickTime Player\" to play (open POSIX file \"/tmp/audio-1792455434039-1705a253.wav\")'","afplayCommand":"curl -sL \"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792455434039-1705a253.wav\" -o \"/tmp/audio-1792455434039-1705a253.wav\" && afplay \"/tmp/audio-1792455434039-1705a253.wav\"","extra":{"languageCode":"pt-BR","spokenScript":"Antes da resposta, registro o plano de trabalho combinado na sessão de hoje, que é um fato durável. <short pause>\n\nCompetência técnica, cognitiva e afetiva do Doutor Gustavo neste caso: pontos altos. <long pause>\n\nPrimeiro ponto: honestidade epistêmica, a disposição de revisar a hipótese diagnóstica na frente do paciente. <short pause>\nTalvez o aspecto mais sofisticado de toda a série. Na sessão de hoje, o Doutor Gustavo não apenas revisou publicamente sua hipótese inicial de burnout... ele o fez com transparência explícita: \"eu achava, no primeiro momento eu achei. Você me enganou! Brincadeira.\" E mais adiante: \"não acho que é seu caso também, viu, Marcelo? Não acho.\" <short pause>\nIsso é raro na prática psiquiátrica. A maioria dos clínicos mantém o diagnóstico inicial por inércia ou por preservação da própria autoridade. Ele preferiu a honestidade, e fez isso de um modo que não minou a confiança do paciente, porque o contexto era de humor e cumplicidade, não de desmentimento. Isso produziu um efeito imediato: Marcelo se sentiu convidado a colaborar com o raciocínio, não a aceitar passivamente um rótulo... e respondeu trazendo dados concretos, como ter comprado um terreno à vista e planejar a construção, o que efetivamente fechou a questão diagnóstica pela via do diálogo, e não por decreto. <long pause>\n\nSegundo ponto: raciocínio farmacológico sofisticado e didaticamente traduzido. <short pause>\nO manejo medicamentoso nesta sessão evidencia domínio técnico em três níveis: <short pause>\n\nPrimeiro, vigilância ativa de interações e contraindicações. Quando Marcelo menciona o Rexulti, o médico não apenas registrou a informação... ele parou a sessão, explicou por que o dado era importante, dizendo que deixaria registrado para não esquecer, e o conectou com um princípio farmacológico mais amplo, envolvendo o mecanismo D um, os efeitos de superestimulação versus supressão, e o porquê de quem não tem a via comprometida sentir-se mal com um antipsicótico seletivo D um. Ele não guardou o conhecimento: traduziu em uma linguagem que o paciente entendeu, usando exemplos claros, como a esquizofrenia e o Parkinson sendo dois extremos do mesmo mecanismo. Marcelo saiu da sessão entendendo por que aquela medicação nunca mais voltará para ele, o que aumenta a adesão e a segurança do cuidado futuro. <short pause>\n\nSegundo, decisão estrutural sobre escalonamento. Em vez de manter a vilazodona em dose subterapêutica por inércia, ele identificou imediatamente o gargalo, lembrando que o paciente havia comprado o remédio com a receita vencendo às vinte e três horas e quarenta e cinco minutos... um dado que ele capturou e usou para o raciocínio clínico... e definiu o alvo em quarenta miligramas, explicando a lógica de titulação de dez para vinte e depois quarenta miligramas como um escalonamento planejado, e não como falha. <short pause>\n\nTerceiro, integração entre farmacologia e psicoterapia na mesma consulta. Ele conecta explicitamente a redução da necessidade de buspirona como objetivo do escalonamento da vilazodona. Ou seja: a medicação serve à psicoterapia, e não caminha em paralelo a ela. <long pause>\n\nTerceiro ponto: escuta ativa de qualidade, capturando dados que o paciente não ofereceu espontaneamente. <short pause>\nAo longo dos encontros, o Doutor Gustavo pergunta com precisão cirúrgica e capta o que está nas entrelinhas. <breath>\nAo perguntar \"Como que a gente chama de genuinamente...\", ele captura e dá nome ao que Marcelo traz apenas como uma sensação vaga, validando que existe diferença entre estar melhor e estar bem. Isso é técnica de reestruturação cognitiva aplicada em conversa natural, sem parecer um exercício formal. <short pause>\nNa sessão de vinte e um de setembro, ele pergunta: \"E você sente prazer no momento presente, agora, ou só recorda o prazer passado?\" Isso desbloqueou o material sobre o monólogo interno caótico e a impossibilidade de se projetar no futuro. Essa pergunta é de nível avançado, pois exige manter a hipótese diagnóstica aberta enquanto se escuta. <short pause>\nNa sessão de hoje, ao questionar: \"Essas coisas acontecem no trabalho, você recebe isso, você guarda... e vai estourar isso aonde?\", a pergunta surge no momento exato, com timing impecável, e produz o material mais denso da sessão: a construção do personagem profissional, a contenção e o estouro eventual. Ele não buscou traumas genéricos nem foi direto para a família: foi atrás do mecanismo, e o compreendeu. <short pause>\nAlém disso, a captura da discrepância entre a voz projetada e o interior retraído, na sessão de vinte e um de setembro, revela uma escuta muito fina ao notar que a voz soava firme enquanto o relato revelava timidez e desconcentração. Isso é atenção cuidadosa aos sinais paralinguísticos, e não apenas ao discurso falado. <long pause>\n\nPróximo ponto: humor e humanização como instrumento técnico. <short pause>\nO humor no contexto clínico não é enfeite, é ferramenta de trabalho. <breath>\nHouve compartilhamento da própria vulnerabilidade por parte do médico, ao dizer: \"eu tenho uma família de farmacêutico... eu que sou o espantalho para essas pessoas\". Uma autorrevelação moderada e bem dosada, que reduz a assimetria sem perder a função clínica. <short pause>\nAs brincadeiras sobre a \"síndrome de farmacêutico chato\" e a frase \"o desembargador não sairia comigo\" funcionaram como amortecedores exatamente nos momentos em que surgiram temas pesados, como violência e explosões de raiva. Isso permitiu que Marcelo falasse abertamente sobre ter agredido alguém até a inconsciência e continuasse engajado, sem retraumatização e sem fugir do assunto. Marcelo riu junto nesses momentos e seguiu aprofundando o relato. <short pause>\nO mesmo recurso já havia aparecido na sessão anterior, quando comentários descontraídos sobre o celular e a bateria serviram como ritual de abertura acolhedor. Ele reutiliza aquilo que funciona. <long pause>\n\nOutro aspecto: gestão contratual e de vínculo de alta qualidade. <short pause>\nA mudança para os sábados, às nove da manhã, de forma presencial no consultório, foi proposta com justificativa clínica explícita: cabeça descansada e melhor rendimento terapêutico. E foi colocada com respeito total à autonomia: \"sinta-se à vontade para dizer que não vai dar\". Marcelo não apenas aceitou como reforçou: \"nove horas é um bom horário, se quiser a gente já deixa marcado\". Quando o paciente defende o formato, o vínculo está consolidado. <short pause>\nA proposta de receber tarefas de casa por mensagem de áudio reflete flexibilidade com o perfil do paciente: alguém com excelente fluência oral, mas pouca adesão à escrita espontânea. <short pause>\nHouve também honestidade sobre os próprios limites quando o médico disse: \"eu não vou render desse jeito se eu for atender essas pessoas, nem eles vão render\". Ele comunica seus limites humanos e modela, na prática, a importância do descanso. <long pause>\n\nA influência sobre Marcelo: evidências de efeito. <short pause>\nO maior sinal de que esse manejo está funcionando é o padrão de abertura progressiva ao longo das quatro sessões. <breath>\nEm dezessete de agosto: um paciente lacônico, reativo, com queixas somáticas e quase nenhuma narrativa pessoal. <short pause>\nEm quatorze de setembro: surgem as primeiras narrativas, abordando episódios marcantes do passado, o álcool como agravante, e uma iniciativa espontânea de relatar a própria abstinência. <short pause>\nEm vinte e um de setembro: material identitário profundo, como ausência de sonhos, introversão, caos mental e a recusa em morar nos Estados Unidos... ainda que estimulado pelas perguntas do médico. <short pause>\nE em dezenove de outubro: surge o conteúdo mais denso de todos. O personagem no trabalho, as explosões com gatilho familiar, a violência testemunhada pela esposa e a intolerância medicamentosa severa... tudo trazido com espontaneidade e humor compartilhado, demonstrando confiança suficiente para rir enquanto conta episódios difíceis. Isso é a aliança terapêutica em seu nível mais alto. <long pause>\n\nAlém disso, o conhecimento compartilhado já gera mudança prática de comportamento: Marcelo comprou a medicação antes de a receita vencer, às vinte e três horas e quarenta e cinco minutos da noite; toma vinte miligramas pontualmente desde o dia quatorze; monitora suas variações de sono e humor como métricas reais; e conversa com propriedade sobre mecanismos de ação. Um padrão muito diferente de agosto, quando simplesmente abandonava remédios pelos efeitos colaterais sem avisar ninguém. <long pause>\n\nEm síntese. <short pause>\nO trabalho de excelência realizado neste caso reúne cinco bases: manter a hipótese diagnóstica aberta com total transparência; traduzir a farmacologia de forma acessível; formular perguntas focadas no mecanismo e não apenas no conteúdo; utilizar humor e autorrevelação com precisão; e fechar combinados terapêuticos com clareza clínica e respeito à autonomia. Tudo isso gerou uma transformação palpável: de um paciente fechado em consultas curtas para alguém que ri, reflete, dialoga de igual para igual e compartilha suas vivências mais complexas com segurança. A evolução entre essas quatro sessões é a prova mais concreta da eficácia desse acompanhamento."}},{"id":"audio-1792422298793-b551815f","kind":"audio","title":"Labilidade Afetiva e seu Impacto na Vida da Pessoa","key":"wmm-media/audios/audio-1792422298793-b551815f.wav","mimeType":"audio/wav","sizeBytes":10260834,"workspaceId":"labilidade-afetiva","version":1,"durationSeconds":213.8,"model":"gemini-3.8-flash-tts","voiceName":"Charon","createdAt":"2026-10-19T15:04:58.793Z","mediaUrl":"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792422298793-b551815f.wav","playerUrl":"https://wmm.myselfgus.dev/player/audio-1792422298793-b551815f","quicktimeCommand":"curl -sL \"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792422298793-b551815f.wav\" -o \"/tmp/audio-1792422298793-b551815f.wav\" && osascript -e 'tell application \"QuickTime Player\" to activate' -e 'tell application \"QuickTime Player\" to play (open POSIX file \"/tmp/audio-1792422298793-b551815f.wav\")'","afplayCommand":"curl -sL \"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792422298793-b551815f.wav\" -o \"/tmp/audio-1792422298793-b551815f.wav\" && afplay \"/tmp/audio-1792422298793-b551815f.wav\"","extra":{"languageCode":"pt-BR","spokenScript":"A labilidade afetiva, também chamada de instabilidade afetiva ou labilidade emocional, é um fenômeno psicopatológico e neurocomportamental caracterizado por oscilações rápidas, intensas e frequentemente desproporcionais do estado afetivo, que podem durar de minutos a algumas horas, geralmente em resposta a estímulos ambientais, interpessoais ou internos sutis. <long pause>\n\nDiferentemente das fases clássicas do Transtorno Bipolar, onde os episódios de mania, hipomania ou depressão persistem por dias ou semanas de forma mais sustentada, na labilidade afetiva o humor muda de maneira abrupta ao longo de um mesmo dia, <short pause> alternando entre eutimia, irritabilidade, disforia, ansiedade, tristeza profunda ou euforia breve. <long pause> <breath>\n\nNos mecanismos neurobiológicos e psicopatológicos, a labilidade afetiva reflete uma falha na regulação top-down do córtex pré-frontal, especialmente das regiões ventromedial, orbitofrontal e do córtex cingulado anterior, sobre estruturas límbicas hiper-reativas, como a amígdala e a ínsula. <short pause> Essa hiper-reatividade límbica, combinada à menor modulação executiva, faz com que o indivíduo experimente emoções com alta velocidade de disparo e retorno lento à linha de base. <breath>\n\nEla é um constructo transdiagnóstico presente no Transtorno da Personalidade Borderline, no T-D-A-H em adultos e crianças, nos transtornos do espectro bipolar e ciclotimia, no transtorno disfórico pré-menstrual, em quadros de estresse pós-traumático complexo e em condições neurológicas como lesão cerebral traumática, esclerose múltipla, A-V-C e demências, podendo, em casos extremos, manifestar-se como afeto pseudobulbar. <long pause>\n\nO impacto na vida da pessoa é profundo e multidimensional. <long pause> <breath>\n\nPrimeiro, na esfera interpessoal e familiar: a imprevisibilidade emocional gera tensão constante nos relacionamentos. Parceiros, familiares e amigos frequentemente relatam a sensação de pisar em ovos... <short pause> enquanto a própria pessoa vivencia ciclos de explosão ou retraimento, seguidos por culpa intensa, vergonha e medo de rejeição, corroendo vínculos afetivos de longo prazo. <long pause>\n\nSegundo, no desempenho ocupacional e acadêmico: a baixa tolerância à frustração e a reatividade diante de críticas, prazos ou conflitos no trabalho levam a quedas abruptas de produtividade, absenteísmo, decisões impulsivas, como pedidos de demissão precipitados, e dificuldades de trabalho em equipe. <long pause> <breath>\n\nTerceiro, na saúde mental, autoimagem e qualidade de vida: viver em uma montanha-russa emocional produz exaustão psíquica crônica e a sensação de perda de controle sobre si mesmo. Estudos clínicos demonstram que a labilidade afetiva é um preditor independente de pior qualidade de vida e de maior risco para comportamentos impulsivos de alívio imediato, como uso de substâncias, compulsão alimentar e autolesão... <short pause> além de associar-se a maior risco de ideação e comportamento suicida, independentemente do diagnóstico primário. <long pause> <breath>\n\nPor fim, o manejo clínico baseia-se no diagnóstico diferencial preciso da condição de base, em psicoterapias focadas em regulação emocional, com destaque para a Terapia Comportamental Dialética, a Terapia Focada em Esquemas e a T-C-C, além de higiene do sono, manejo de estressores e, quando indicado, tratamento farmacológico direcionado à condição subjacente."}},{"id":"audio-1792358274605-becbe552","kind":"audio","title":"Teste Inaugural WMM","key":"wmm-media/audios/audio-1792358274605-becbe552.wav","mimeType":"audio/wav","sizeBytes":804834,"workspaceId":"default","version":1,"durationSeconds":16.8,"model":"gemini-3.8-flash-tts","voiceName":"Aoede","createdAt":"2026-10-18T21:17:54.605Z","mediaUrl":"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792358274605-becbe552.wav","playerUrl":"https://wmm.myselfgus.dev/player/audio-1792358274605-becbe552","quicktimeCommand":"curl -sL \"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792358274605-becbe552.wav\" -o \"/tmp/audio-1792358274605-becbe552.wav\" && osascript -e 'tell application \"QuickTime Player\" to activate' -e 'tell application \"QuickTime Player\" to play (open POSIX file \"/tmp/audio-1792358274605-becbe552.wav\")'","afplayCommand":"curl -sL \"https://wmm.myselfgus.dev/media/wmm-media/audios/audio-1792358274605-becbe552.wav\" -o \"/tmp/audio-1792358274605-becbe552.wav\" && afplay \"/tmp/audio-1792358274605-becbe552.wav\"","extra":{"languageCode":"pt-BR","spokenScript":"Olá Gustavo! O seu novo servidor M C P remoto, o dáblio eme eme, já está no ar na Cloudflare, sincronizado no Cloudflare Artifacts e no GitHub, com suporte a áudio no QuickTime, apresentações de slides narradas, imagens e vídeos!"}}]}